- NOTÍCIAS -
20.5.13
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício
Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa
Vice-Presidente da CNBB em exercício
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo
Na quinta-feira, 16 de
maio, na coletiva de imprensa que apresentou o balanço da reunião do
Conselho Episcopal Pastoral (CONESP), foi divulgado uma nota sobre
uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo, diante da Resolução do
Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a “habilitação,
celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em
casamento, entre pessoas de mesmo sexo”. De acordo com a entidade, “o
matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família
monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural”.
Nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo
Nós, bispos do Conselho
Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB,
reunidos em Brasília-DF, nos dias 14, 15 e 16 de maio de 2013,
dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o
princípio da instituição familiar. Desejamos também recordar nossa
rejeição à grave discriminação contra pessoas devido à sua orientação
sexual, manifestando-lhes nosso profundo respeito.
Diante da Resolução do Conselho Nacional
de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a “habilitação, celebração de
casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre
pessoas de mesmo sexo” (n. 175/2013), recordamos que “a diferença sexual
é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio
natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica
constituem um princípio fundamental do Direito Natural” (Nota da CNBB,
11 de maio de 2011). A família, assim constituída, é o âmbito adequado
para a plena realização humana e o desenvolvimento das diversas
gerações, constituindo-se o maior bem das pessoas.
Ao dar reconhecimento legal às uniões
estáveis como casamento civil entre pessoas do mesmo sexo em nosso país,
a Resolução interpreta a decisão do Supremo Tribunal Federal de 2011
(cf. ADI 4277; ADPF 132). Certos direitos são garantidos às pessoas
comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união
civil. As uniões de pessoas do mesmo sexo, no entanto, não podem ser
simplesmente equiparadas ao casamento ou à família, que se fundamentam
no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade
entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e à educação dos
filhos.
Com essa Resolução, o exercício de
controle administrativo do CNJ sobre o Poder Judiciário gera uma
confusão de competências, pois orienta a alteração do ordenamento
jurídico, o que não diz respeito ao Poder Judiciário, mas sim ao
conjunto da sociedade brasileira, representada democraticamente pelo
Congresso Nacional, a quem compete propor e votar leis.
Unimo-nos a todos que legítima e
democraticamente se manifestam contrários a tal Resolução. Encorajamos
os fiéis e todas as pessoas de boa vontade, no respeito às diferenças, a
aprofundar e transmitir, no seio da família e na escola, os valores
perenes vinculados à instituição familiar, para o bem de toda a
sociedade.
Que Deus ilumine e oriente a todos em sua vocação humana e cristã!
Brasília-DF, 16 de maio de 2013Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
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Dom Sergio Arthur Braschi
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20.5.13
Nota da CNBB sobre a redução da maioridade penal
A Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil divulgou uma nota sobre a redução da maioridade penal, na
quinta-feira, 16 de maio, durante coletiva de imprensa, que apresentou o
balanço da reunião do Conselho Episcopal Pastoral (CONESP). A CNBB
“reafirma que a redução da maioridade não é a solução para o fim da
violência”. Assim, a “Igreja no Brasil continua acreditando na
capacidade de regeneração do adolescente quando favorecido em seus
direitos básicos e pelas oportunidades de formação integral nos valores
que dignificam o ser humano”.
“Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9)
Nota da CNBB sobre a redução da maioridade penal
O debate sobre a redução da maioridade
penal, colocado em evidência mais uma vez pela comoção provocada por
crimes bárbaros cometidos por adolescentes, conclama-nos a uma profunda
reflexão sobre nossa responsabilidade no combate à violência, na
promoção da cultura da vida e da paz e no cuidado e proteção das novas
gerações de nosso país.
A delinquência juvenil é, antes de tudo,
um aviso de que o Estado, a Sociedade e a Família não têm cumprido
adequadamente seu dever de assegurar, com absoluta prioridade, os
direitos da criança e do adolescente, conforme estabelece o artigo 227
da Constituição Federal. Criminalizar o adolescente com penalidades no
âmbito carcerário seria maquiar a verdadeira causa do problema,
desviando a atenção com respostas simplórias, inconsequentes e
desastrosas para a sociedade.
A campanha sistemática de vários meios
de comunicação a favor da redução da maioridade penal violenta a imagem
dos adolescentes esquecendo-se de que eles são também vítimas da
realidade injusta em que vivem. Eles não são os principais responsáveis
pelo aumento da violência que nos assusta a todos, especialmente pelos
crimes de homicídio. De acordo com a ONG Conectas Direitos Humanos, a
maioria dos adolescentes internados na Fundação Casa, em São Paulo, foi
detida por roubo (44,1%) e tráfico de drogas (41,8%). Já o crime de
latrocínio atinge 0,9% e o de homicídio, 0,6%. É, portanto, imoral
querer induzir a sociedade a olhar para o adolescente como se fosse o
principal responsável pela onda de violência no país.
O Estatuto da Criança e do Adolescente
(ECA), ao contrário do que se propaga injustamente, é exigente com o
adolescente em conflito com a lei e não compactua com a impunidade. Ele
reconhece a responsabilização do adolescente autor de ato infracional,
mas acredita na sua recuperação, por isso propõe a aplicação das medidas
socioeducativas que valorizam a pessoa e lhe favoreçam condições de
autossuperação para retornar a sua vida normal na sociedade. À sociedade
cabe exigir do Estado não só a efetiva implementação das medidas
socioeducativas, mas também o investimento para uma educação de
qualidade, além de políticas públicas que eliminem as desigualdades
sociais. Junta-se a isto a necessidade de se combater corajosamente a
praga das drogas e da complexa estrutura que a sustenta, causadora de
inúmeras situações que levam os adolescentes à violência.
Adotada em 42 países de 54 pesquisados
pela UNICEF, a maioridade penal aos 18 anos “decorre das recomendações
internacionais que sugerem a existência de um sistema de justiça
especializado para julgar, processar e responsabilizar autores de
delitos abaixo dos 18 anos” (UNICEF). Reduzi-la seria “ignorar o
contexto da cláusula pétrea constitucional – Constituição Federal, art.
228 –, além de confrontar a Convenção dos Direitos da Criança e do
Adolescente, as regras Mínimas de Beijing, as Diretrizes para Prevenção
da Delinquência Juvenil, as Regras Mínimas para Proteção dos Menores
Privados de Liberdade (Regras de Riad), o Pacto de San José da Costa
Rica e o Estatuto da Criança e do Adolescente” (cf. Declaração da CNBB
contra a redução da maioridade penal – 24.04.2009).
O Conselho Episcopal Pastoral da
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunido em Brasília,
nos dias 14 a 16 de maio, reafirma que a redução da maioridade não é a
solução para o fim da violência. Ela é a negação da Doutrina da Proteção
Integral que fundamenta o tratamento jurídico dispensado às crianças e
adolescentes pelo Direito Brasileiro. A Igreja no Brasil continua
acreditando na capacidade de regeneração do adolescente quando
favorecido em seus direitos básicos e pelas oportunidades de formação
integral nos valores que dignificam o ser humano.
Não nos cansemos de combater a violência
que é contrária ao Reino de Deus; ela “nunca está a serviço da
humanidade, mas a desumaniza”, como nos recordava o papa Bento XVI
(Angelus, 11 de março de 2012). Deus nos conceda a todos um coração
materno que pulse com misericórdia e responsabilidade pela pessoa
violentada em sua adolescência. Nossa Senhora Aparecida proteja nossos
adolescentes e nos auxilie na defesa da família.
Brasília, 16 de maio de 2013
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
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Dom Sergio Arthur Braschi
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14.5.13
FESTEJO DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
Prezados irmãos (as) paroquianos e devotos do Sagrado Coração de Jesus.
Estamos convidando - lhe para o festejo do Sagrado Coração de Jesus, neste ano
em que somos chamados pela igreja a viver o ano da fé é um momento de pararmos
refletir sobre este dom. O apostolado quer juntar-se a você e sua família a
passar estes dias de festejo mais sobre tudo de retiro, alimentando e a
cultivando o dom da fé pela palavra e a Eucaristia e o encontro fraterno com
nosso irmão (a).
Este ano em sintonia com o tema do ano da fé e CJ 2013 refletimos o
tema: Coração de Jesus fonte renovadora da fé.
Com esse tema queremos assumir uma fé renovadora comprometida com a igreja.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO
Dia 28/05/2013 Terça feira - asteamento da bandeira, na igreja da
Misericórdia: 18:00hs, visita da imagem na residência: Teresina e Miroca.
Dia 29/05/2013 Quarta feira 1ª noite responsáveis: Chapadinha Sul,
colaboradores: Famílias do bairro, visita da imagem na residência: Bernadete
Rodrigues.
Dia 30/05/2013 Quinta feira 2ª noite responsáveis: Equipe de
liturgia, colaboradores: Ministro extraordinário da Sagrada Comunhão e famílias
do Centro. Convidados: Colégios em geral.
Tendo inicio da Santa Missa na igreja Matriz e saindo em procissão com o Santíssimo
Sacramento pelas principais ruas da cidade ate a igreja da Misericórdia com
benção do Santíssimo.
Visita da imagem na residência: Durvalina e Eliza.
Dia 31/05/2013 Sexta feira 3ª noite responsáveis: Chapadinha Norte,
colaboradores: Famílias do bairro, visita da imagem na residência: Suzana e família.
Dia 01/06/2013 Sábado 4ª noite responsáveis: Pastoral Familiar,
colaboradores: Pastoral da criança, visita da imagem na residência Assunção
Lages.
Dia 02/06/2013 Domingo 5ª noite responsáveis: Equipe do Dizimo,
colaboradores: Todos os Dizimistas, visita da imagem na residência: Maria dos
Anjos.
Dia 03/06/2013 Segunda feira 6ª noite responsáveis: Bairro Cruzeiro,
colaboradores famílias do bairro, visita da imagem na residência: Belinha e
Keila.
Dia 04/06/2013 Terça feira 7ª noite responsáveis: Devotos de N.S. do
Perpetuo Socorro e mãe rainha, colaboradores: Famílias que recebe a imagem
peregrina da mãe Rainha, visita da imagem na residência: Mercês Mesquita e família.
Dia 05/06/2013 Quarta feira 8ª noite responsáveis: Bairro Pedreira e
Matadouro, colaboradores: Famílias do bairro, visita da imagem na residência:
Alexandrina.
Dia 06/06/2013 Quinta feira 9ª noite responsáveis: Bairro Novo Milênio e
Novo Horizonte, colaboradores: Conjunto Bernardo Rêgo, visita da imagem na residência:
Deusmarina e Conceição de Maria.
Dia 07/06/2013 Sexta feira dia da festa procissão as 17:30h com
a imagem do Sagrado Coração de Jesus. Logo após santa missa. Responsáveis:
Apostolado da Oração.
AVISOS IMPORTANTES
I. Liturgia
* preparar a liturgia com antecedência, leituras do dia
II. Leilão
* Todas as noite haverá leilão traga sua joia. As famílias que irão receber
a imagem são responsáveis e colaboradores.
III. Bazar
* Todas as noites haverá bazar de roupas e calçados.
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FESTEJOS
12.5.13
A pastoral Familiar realizou na tarde de hoje celebração para as mães nas seguintes comunidade: Lagoa da Caiçara, Mocós, Lagoa do Tabuleiro, Ingazeira cada casal membro da Pastoral Familar ficou em uma comunidade para realizar a celebração dos dias da mãe e falar sobre o livro HORA DA FAMILIA, que já esta sendo vendido em nossa paróquia, por apenas R$ 3,50 você adquire o livro.
PASTORAL FAMILIAR REALIZA CELEBRAÇÃO DAS MÃES
A pastoral Familiar realizou na tarde de hoje celebração para as mães nas seguintes comunidade: Lagoa da Caiçara, Mocós, Lagoa do Tabuleiro, Ingazeira cada casal membro da Pastoral Familar ficou em uma comunidade para realizar a celebração dos dias da mãe e falar sobre o livro HORA DA FAMILIA, que já esta sendo vendido em nossa paróquia, por apenas R$ 3,50 você adquire o livro.
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Pastoral Familiar
1.5.13
Festejos do mês de maio Paróquia Nossa Senhora da Boa Esperança
No mês de Maio a Paróquia Nossa Senhora da Boa Esperança através de suas comunidades celebra os seguintes festejos:
De 03 a 13 Nossa Senhora de Fátima nas comunidades Baixinha, Limpeza e Lajeiro.
De 12 a 22 Santa Rita de Cássia comunidade Nova Conquista.
De 21 a 31 Santa Joana D' Arc comunidade Sambaiba.
De 21 a 31 Nossa Senhora do Desterro comunidade Vila da Solidariedade.
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Notícias
29.4.13
Papa Francisco aos jovens: "Arrisquem a vida por grandes ideais"
Neste
domingo, 28 de abril, Papa Francisco presidiu uma missa na qual crismou
44 jovens dos cinco continentes. A celebração se insere na programação
organizada pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização no âmbito
do Ano da Fé. O forte sol e calor desta manhã de primavera contribuíram e
a Praça São Pedro ficou tomada por 100 mil fiéis, em grande maioria,
jovens.
Na homilia, o Papa propôs à reflexão três pensamentos, simples e breves, inspirados nas leituras do dia.
O primeiro partiu da visão de São João
da ação do Espírito Santo, que ao trazer-nos a novidade de Deus, vem a
nós e faz novas todas as coisas: transforma-nos e através de nós, quer
transformar também o mundo onde vivemos. Prosseguindo, Francisco
exortou:
“Abramos-Lhe a porta, façamo-nos guiar
por Ele, deixemos que a ação contínua de Deus nos torne homens e
mulheres novos, animados pelo amor de Deus. Como seria belo se cada um
de vós pudesse, ao fim do dia, dizer: Hoje na escola, em casa, no
trabalho, guiado por Deus, realizei um gesto de amor por um colega meu,
pelos meus pais, por um idoso”.
A novidade de Deus, disse, “não é como
as inovações do mundo, que são todas provisórias, passam e procuramos
outras sem cessar. A novidade que Deus dá à nossa vida é definitiva; e
não apenas no futuro quando estivermos com Ele, mas já hoje”.
O segundo pensamento se inspirou na
Primeira Leitura, quando Paulo e Barnabé afirmam que “temos de sofrer
muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus”.
“O caminho da Igreja e também o nosso
caminho pessoal de cristãos não são sempre fáceis”, disse, advertindo
que “seguir o Senhor, deixar que o seu Espírito transforme nossas zonas
sombrias, nossos comportamentos em desacordo com Deus e lave os nossos
pecados é um caminho que encontra obstáculos fora de nós, no mundo onde
vivemos e que muitas vezes não nos compreende”.
“Mas as dificuldades e tribulações fazem parte da estrada para chegar à glória de Deus” - concluiu.
No último ponto, Francisco convidou
todos, especialmente os crismandos e crismandas, a permanecerem firmes
no caminho da fé, com segura esperança no Senhor:
“Este é o segredo do nosso caminho. Ele
nos dá coragem para ir contra a corrente: faz bem ao coração, mas é
preciso coragem!”. O Papa ressalvou que isto é verdade principalmente
quando nos sentimos pobres, fracos ou pecadores, porque Deus proporciona
força à nossa fraqueza, riqueza à nossa pobreza, conversão ao nosso
pecado.
Francisco terminou a homilia usando a mesma expressão de Papa Wojtyla, em 1978:
“Abramos – escancaremos - a porta da
nossa vida à novidade de Deus que nos dá o Espírito Santo, para que nos
transforme, nos torne fortes nas tribulações, reforce a nossa união com o
Senhor, o nosso permanecer firmes Nele: aqui está a verdadeira
alegria”.
Dirigindo-se ainda aos jovens,
acrescentou: “Joguem a vida por grandes ideais. Apostem em grandes
ideais, em coisas grandes; não fomos escolhidos pelo Senhor para
‘coisinhas pequenas’, mas para coisas grandes!”.
Após a homilia, os jovens se aproximaram
do Pontífice para o rito da Confirmação. O brasileiro Victor Chaves
Costa Lima, de 16 anos, foi um dos que nesta cerimônia, expressaram a
sua plena e livre decisão de aderir à fé batismal.
Textoprovenientedapáginahttp://pt.radiovaticana.va/news/2013/04/28/francisco_aos_jovens:_arrisquem_a_vida_por_grandes_ideais/bra-687148
do site da Rádio Vaticano
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Pastoral da Juventude










